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Artigo-A DOR DA ALMA Uma simples definição de dor, segundo o dicionário Aurélio, é que ela é um “sofrimento físico ou moral; aflição”.

Artigo-A DOR DA ALMA Uma simples definição de dor, segundo o dicionário Aurélio, é que ela é um “sofrimento físico ou moral; aflição”.

A DOR DA ALMA

Uma simples definição de dor, segundo o dicionário Aurélio, é que ela é um “sofrimento físico ou moral; aflição”. De tão simples, excluiu uma das dores mais dilacerantes que o ser humano enfrenta: a dor da alma. Conhecemos e experimentamos durante nossa existência variadas formas de dor. Sabemos o que é a dor física, ela nos acompanha desde o nascimento. A dor moral segue seu destino e nos envolve em momentos de frustrações, decepções e situações semelhantes. Qual seria, então, a definição da dor da alma? Os dicionários não a compreendem, mas o pensamento cristão, fundamentado em Cristo, produziu as melhores situações de onde brotam várias definições.

Dor da alma é àquela que consumiu o Filho de Deus quando olhou o templo e viu os vendedores da fé, comercializando a esperança dos crédulos.

Dor da alma é a que batia no coração de Jesus ao perceber a triste realidade de uma cidade religiosa, mas que rejeitava completamente a mensagem divina. Em jeito de lamentação, disse: ”Jerusalém, Jerusalém! Que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes! (Lc 13)

Dor da alma é a que levou o Salvador, não por Ele, mas por nós, exclamar, “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.

Dor da alma brota de um profundo sofrimento, angústia, mágoa, espelhada num reflexo de nós mesmos.

Dor da alma a que levou Dostoievski, prisioneiro do regime comunista russo, exilado na Casa dos Mortos, na Sibéria, ainda reunir forças e fé e compor uma das mais belas doxologias do cristianismo: ”Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril, e de mais perfeito do que o Cristo. E eu o digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha nele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade”.

Na dor da alma, produzimos o que há de melhor em nossa alma! Na esperança, da tese de Martin Luther King: “Aquilo que não me destrói torna-me mais forte”.

Pastor José Marcelo - prjmarcelo.gv@hotmail.com

Igreja Batista mineira

 

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