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O Filme da Minha Vida

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O Filme da Minha Vida

Selton Mello, sobre papel em série da Lava-Jato: ‘Tive receio’

O ator, que está lançando seu terceiro filme como diretor, falou sobre carreira e crise profissional.

 

Nesta quinta-feira chega aos cinemas O Filme da Minha Vida (Brasil, 2017), seu terceiro trabalho como diretor de cinema. Na mesma trilha intimista retrô de Feliz Natal (2008) e O Palhaço (2011), o filme narra o drama de Tony (Johnny Massaro), jovem que vive a passagem para a vida adulta sob o impacto da ausência do pai (o francês Vincent Cassel). Além de dirigir, Mello faz um papel marcante no filme — uma adaptação do livro Um Pai de Cinema, do chileno Antonio Skármeta. No momento, o ator também pode ser visto como o fotógrafo em busca de conforto existencial de Soundtrack (2017), drama que é uma pérola incomum no cinema nacional: passa-se nas paisagens do Ártico e é quase todo falado em inglês. Por fim, ele está mergulhado nas gravações de O Mecanismo, série de José Padilha sobre a Operação Lava-Jato, que estreará em 2018 na Netflix. Nesta entrevista, o ator fala do novo filme, da profissão e invoca o direito de ficar longe da política — coisa que o fez ter receio de encarar o papel do ex-delegado da Polícia Federal que é herói da série sobre a Lava-Jato. “Fiquei com receio, sim. Nunca fui uma pessoa politizada. Política é assunto para adulto (risos). E caiu no meu colo exatamente esse trabalho. O que posso dizer é que José Padilha é um diretor que sempre me instigou. Eu tinha vontade de trabalhar com ele. E, claro, tem a Lava-Jato. Mas a série fala de algo muito maior que a operação em si”, diz Mello.

 

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