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Sniper Americano

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Sniper Americano[3][4] (American Sniper) é um filme de drama biográfico e de guerra norte-americano de 2014 dirigido por Clint Eastwood e escrito por Jason Hall. É baseado na autobiografia American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Military History, de Chris Kyle. Com 255 mortes, 160 delas confirmadas oficialmente pelo Pentágono, Kyle é o atirador mais letal da história militar dos Estados Unidos.

 

O filme é estrelado por Bradley Cooper como Kyle e Sienna Miller como sua esposa Taya, com Luke Grimes, Kyle Gallner, Sam Jaeger, Jake McDorman e Cory Hardrict em papéis coadjuvantes.[5]

 

Sniper Americano teve boas críticas,[6] e foi um sucesso de bilheteria, com o maior faturamento de 2014 nos Estados Unidos,[7] e se tornando o filme de guerra de maior arrecadação da história com US$547.3 milhões mundialmente.[8]

 

Sniper Americano obteve boas críticas, elogiando a direção de Clint Eastwood e a performance de Bradley Cooper. O filme tem uma estimativa de 72% de resenhas positivas nos sites Rotten Tomatoes e Metacritic.[6][22] Porém houve ressalvas a respeito da retratação de Chris Kyle e da guerra no Iraque, questionando a veracidade dos fatos e se o filme apoiava as atrocidades da guerra. O crítico Roberto Sadovski defendeu as licenças históricas, dizendo que o filme pretendia apenas ser "a dramatização de uma narrativa, inclusive com a inclusão de personagens e fatos que também não estão no livro, não um documentário", e considerou que as intenções de Eastwood de criar um filme anti-guerra se tornaram passíveis de interpretações pelo outro lado por passar mais tempo no campo de batalha que na vida privada de Kyle, e não dar muita caracterização aos iraquianos.[23] Para o crítico de cinema Pablo Villaça "Sniper Americano indubitavelmente trata seu protagonista como um herói, jamais colocando a moralidade de suas ações em dúvida e, com isso, contribuindo para transformar em ícone alguém que não merecia sequer ser tratado como anti-herói."[24] Já para João Marcos Flores, do Cineviews, "O personagem principal de seu novo filme, porém, é um lobo em pele de cordeiro, que sentiu o gosto do sangue por uma questão de sobrevivência e depois disso nunca mais conseguiu comer ração."[25] O crítico Márcio Sallem qualificou o protagonista Chris Kyle como "Um rapaz de inteligência limitada e ignorante às nuances da guerra, porém disposto a abandonar a família e sacrificar a própria vida pelo sonho utópico (e ufanista) que lhe é vendido como real".[26]

 

Sniper Americano obteve boas críticas, elogiando a direção de Clint Eastwood e a performance de Bradley Cooper. O filme tem uma estimativa de 72% de resenhas positivas nos sites Rotten Tomatoes e Metacritic.[6][22] Porém houve ressalvas a respeito da retratação de Chris Kyle e da guerra no Iraque, questionando a veracidade dos fatos e se o filme apoiava as atrocidades da guerra. O crítico Roberto Sadovski defendeu as licenças históricas, dizendo que o filme pretendia apenas ser "a dramatização de uma narrativa, inclusive com a inclusão de personagens e fatos que também não estão no livro, não um documentário", e considerou que as intenções de Eastwood de criar um filme anti-guerra se tornaram passíveis de interpretações pelo outro lado por passar mais tempo no campo de batalha que na vida privada de Kyle, e não dar muita caracterização aos iraquianos.[23] Para o crítico de cinema Pablo Villaça "Sniper Americano indubitavelmente trata seu protagonista como um herói, jamais colocando a moralidade de suas ações em dúvida e, com isso, contribuindo para transformar em ícone alguém que não merecia sequer ser tratado como anti-herói."[24] Já para João Marcos Flores, do Cineviews, "O personagem principal de seu novo filme, porém, é um lobo em pele de cordeiro, que sentiu o gosto do sangue por uma questão de sobrevivência e depois disso nunca mais conseguiu comer ração."[25] O crítico Márcio Sallem qualificou o protagonista Chris Kyle como "Um rapaz de inteligência limitada e ignorante às nuances da guerra, porém disposto a abandonar a família e sacrificar a própria vida pelo sonho utópico (e ufanista) que lhe é vendido como real".[26]

Sniper Americano obteve boas críticas, elogiando a direção de Clint Eastwood e a performance de Bradley Cooper. O filme tem uma estimativa de 72% de resenhas positivas nos sites Rotten Tomatoes e Metacritic.[6][22] Porém houve ressalvas a respeito da retratação de Chris Kyle e da guerra no Iraque, questionando a veracidade dos fatos e se o filme apoiava as atrocidades da guerra. O crítico Roberto Sadovski defendeu as licenças históricas, dizendo que o filme pretendia apenas ser "a dramatização de uma narrativa, inclusive com a inclusão de personagens e fatos que também não estão no livro, não um documentário", e considerou que as intenções de Eastwood de criar um filme anti-guerra se tornaram passíveis de interpretações pelo outro lado por passar mais tempo no campo de batalha que na vida privada de Kyle, e não dar muita caracterização aos iraquianos.[23] Para o crítico de cinema Pablo Villaça "Sniper Americano indubitavelmente trata seu protagonista como um herói, jamais colocando a moralidade de suas ações em dúvida e, com isso, contribuindo para transformar em ícone alguém que não merecia sequer ser tratado como anti-herói."[24] Já para João Marcos Flores, do Cineviews, "O personagem principal de seu novo filme, porém, é um lobo em pele de cordeiro, que sentiu o gosto do sangue por uma questão de sobrevivência e depois disso nunca mais conseguiu comer ração."[25] O crítico Márcio Sallem qualificou o protagonista Chris Kyle como "Um rapaz de inteligência limitada e ignorante às nuances da guerra, porém disposto a abandonar a família e sacrificar a própria vida pelo sonho utópico (e ufanista) que lhe é vendido como real".[26]

 

Chris Kyle (Bradley Cooper) é um atirador de elite das forças especiais da marinha dos Estados Unidos que, em dez anos (1999-2009) se tornou uma lenda, tendo assassinado mais de 150 pessoas durante o tempo em que serviu no Iraque. Sua única missão era proteger seus companheiros e no fim recebeu diversas condecorações por seu trabalho.

 

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